Pelas retinas dele
me faço brincadeira
E fico assim até descançar
a minha alma brincante
no abrigo cristalino
do seu jardim de sonhos
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
sábado, 27 de dezembro de 2008
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Seus dedos então passearam no meu ventre e chegaram... Lá,
minha perna quedou-se trêmula e meus sentidos pairavam em
qualquer lugar daquele espaço de tempo e se misturavam com a
atmosfera aquecida. Sua mão agarrava a minha cintura para
que meu corpo não sucumbisse ao delírio daqueles minutos e
eu, imersa de você, nos sentia sonho.
minha perna quedou-se trêmula e meus sentidos pairavam em
qualquer lugar daquele espaço de tempo e se misturavam com a
atmosfera aquecida. Sua mão agarrava a minha cintura para
que meu corpo não sucumbisse ao delírio daqueles minutos e
eu, imersa de você, nos sentia sonho.
Saudade... que sei eu sobre a saudade? Será que é a dor que me aperta um espaço entre o peito e o estômago, me tráz um frio na barriga, um desespero contido, uma vontade de pegar um ônibus? Saudade é qualquer coisa que me mostra o sentido daquela sensação de conforto, de uma certa proteção, de acolhimento, de sentir morninho... Saudade dói, saudade ensina, e ninguém ensina como não tê-la, mas tê-la é também uma grande dádiva!
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